Policial / Polícia
Polícia Ambiental autua fornecedor de cana para usina em R$ 193 mil por incêndio em palhada para colheita
Da Redação
Depois e levantamento da origem e causa de um incêndio em uma área de cana-de-açúcar, policiais da PMA (Polícia Militar Ambiental) de Dourados que trabalham na “Operação Prolepse” autuaram na sexta-feira (13) um homem, de 60 anos, que planta cana-de-açúcar e vende para uma usina sucroenérgética. A PMA recebeu denúncias, de que teria ocorrido o incêndio em uma área plantada de cana-de-açúcar no município de Rio Brilhante e que o dono da lavoura seria o responsável pelo incêndio efetuado na palhada para facilitar a colheita da lavoura.
O incêndio ocorreu no dia 15 de julho e os policiais foram ao local onde perceberam a veracidade da denúncia e o proprietário da cana-de-açúcar estava executando a colheita na área queimada, no momento da vistoria. Depois da realização de levantamentos técnicos para determinação da origem do fogo, concluídos na sexta-feira (13), os policiais aferiram a área afetada com uso de GPS que perfez 193 hectares.
O proprietário da área queimada, residente em Rio Brilhante, admitiu que o incêndio começou na sua propriedade e não possuía autorização do órgão ambiental para realizar o processo de queima, até porque, o órgão ambiental suspendeu as autorizações ambientais de queima controlada pelo prazo de 180 dias. Ele foi autuado administrativamente e foi multado em R$ 193 mil.

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